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HISTÓRICO INSTITUCIONAL

  • Criado: Quarta, 23 de Outubro de 2013, 17h51
  • Última atualização em Terça, 20 de Setembro de 2016, 15h26

O primeiro nome recebido pelo Instituto foi o de Escola de Aprendizes e Artífices de São  Paulo.  Criado  em  1910,  inseriu-se  dentro  das  atividades  do  governo  federal  no estabelecimento  da  oferta  do ensino  primário,  profissional  e  gratuito.  Os  primeiros  cursos oferecidos foram os de tornearia, mecânica e eletricidade, além das oficinas de carpintaria e artes decorativas.

O ensino no Brasil passou por uma nova estruturação administrativa e funcional no ano  de  1937  e  o  nome  da  Instituição  foi  alterado  para  Liceu  Industrial  de  São  Paulo, denominação que perdurou até 1942. Nesse ano, através de um Decreto-Lei, introduziu-se a Lei Orgânica do Ensino Industrial, refletindo a decisão governamental de realizar profundas alterações na organização do ensino técnico.

A partir dessa reforma, o ensino técnico industrial passou a ser organizado como um sistema, passando a fazer parte dos cursos reconhecidos pelo Ministério da  Educação.  Com um Decreto posterior, o de nº 4.127, também de 1942, deu-se a criação da Escola Técnica de São Paulo, visando à oferta de cursos técnicos e de cursos pedagógicos.  

Esse  decreto,  porém,  condicionava  o  início  do  funcionamento  da  Escola  Técnica  de São  Paulo  à  construção  de  novas  instalações  próprias,  mantendo -a  na  situação  de  Escola Industrial de São Paulo enquanto não se concretizassem tais condições. Posteriormente, em 1946,  a  escola  paulista  recebeu  autorização  para  implantar  o  Curso  de  Construção  de Máquinas e Motores e o de Pontes e Estradas.

Por  sua  vez,  a  denominação  Escola  Técnica  Federal  surgiu  logo  no  segundo  ano  do governo militar, em ação do Estado que abrangeu todas as escolas técnicas e instituições de nível  superior  do  sistema  federal.  Os  cursos  técnicos  de  Eletrotécnica,  de  Eletrônica  e Telecomunicações e de Processamento de Dados foram, então,  implantados no  período de 1965 a 1978, os quais se somaram aos de Edificações e Mecânica, já oferecidos.Durante a primeira gestão eleita da  instituição, após 23 anos de intervenção  militar, houve  o  início  da  expansão  das  unidades  descentralizadas  (UNEDs),  sendo  as  primeiras implantadas nos municípios de Cubatão e Sertãozinho.

Já  no  segundo  mandato  do  Presidente  Fernando  Henrique  Cardoso,  a  instituição tornou-se  um  Centro  Federal  de  Educação  Tecnológica  (CEFET),  o  que  possibilitou  o oferecimento de cursos de graduação. Assim, no período de 2000 a 2008, na Unidade de São Paulo,  foi  ofertada  a  formação  de  tecnólogos  na  área  da  Indústria  e  de  Serviços,  além  de Licenciaturas e Engenharias.

O CEFET-SP transformou-se no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP) em 29 de dezembro de 2008, através da Lei nº  11.892, sendo caracterizado como instituição de educação superior, básica e profissional.

Nesse  percurso  histórico,  percebe-se  que  o  IFSP,  nas  suas  várias  caracterizações (Escolas de Artífices, Liceu Industrial, Escola Industrial, Escola Técnica, Escola Técnica Federal e  CEFET),  assegurou  a  oferta  de  trabalhadores  qualificados  para  o  mercado,  bem  como  se transformou  numa  escola  integrada  no  nível  técnico,  valorizando  o  ensino  superior  e,  ao mesmo tempo, oferecendo oportunidades para aqueles que não conseguiram acompanhar a escolaridade regular.

Além da oferta de cursos técnicos e superiores, o IFSP  –  que atualmente conta com 30  Câmpus  e  um  Núcleo  Avançado  em  Assis  e  27  polos  de  apoio  presencial  ao  Ensino  a Distância  -  EAD  contribui  para  o  enriquecimento  da  cultura,  do  empreendedorismo  e cooperativismo e para o desenvolvimento socioeconômico  da região de  influência de cada Câmpus.  Atua  também  na  pesquisa  aplicada  destinada  à  elevação  do  potencial  das atividades produtivas locais e na democratização do conhecimento à comunidade em todas as suas representações.

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Assunto(s): Internet , comunicação
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